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	<title>Abril Pro Rock &#187; Bandas</title>
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		<title>Matanza (RJ)</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Mar 2011 11:33:41 +0000</pubDate>
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<div id="attachment_278" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-278" title="matanza_odiosa" src="http://abrilprorock.info/wp-content/uploads/2011/03/matanza_odiosa.jpg" alt="" width="640" height="432" /><p class="wp-caption-text">O Matanza traz a &quot;Odiosa Natureza Humana&quot; para o APR Club</p></div>
<p>RELEASE | Não se pode analisar o rock a partir dos mesmos parâmetros que servem ao resto da música ocidental por uma questão de diretriz. Nenhum outro estilo musical é apto a se desdobrar para expressar, com a devida urgência, uma necessidade de mudança. Nenhum outro estilo serve ao presente imediato e carrega a responsabilidade de mudar o futuro próximo quanto o Rock, desde os tempos em que Chuck Berry era barrado nos clubes porque era negro. Aquela realidade, traduzida daquela forma, carregando aquele conteúdo, adquiria um poder de identificação com um alcance que marcaria um momento histórico: a América conservadora, contestada dentro da própria casa, nunca mais teria uma noite de descanso.</p>
<p>Esse atributo maior que o rock carrega, e que se perde quando não mais útil, é único e existe como combustível da reação a tudo que oprime, invade, sufoca e normatiza, quer isso parta de um segmento político, de um dogma religioso ou do seu próprio espelho.</p>
<p>O Matanza, com “Odiosa Natureza Humana”, ordena auto-crítica ao demonstrar, através da crônica, um perfil feio e sujo do ser humano que revela-se comum à todos, ainda que isso extrapole o aceitável pela grande maioria.</p>
<p>Letras como as de “Remédios Demais”, “Em Respeito Ao Vício” ou “O Bebum Acabado” se propõem a retratar momentos de nossa personalidade; lapsos que, em maior ou menor grau, definem a singularidade do indivíduo e sem os quais dificilmente nos diríamos humanos. Não exalta a decadência do bêbado nem a bestialidade do assassino, mas entende se tratarem de personagens muito mais reais e próximos a nós do que os processos de demonização nos levam a crer.</p>
<p>O instrumental, em coerência com o teor do argumento, é rápido, pesado, furioso como uma caldeira prestes a explodir. A formação da banda conta com Jonas (bateria), China (baixo), Donida (guitarra) e Jimmy (vocal). Simples assim, sem adornos, sem enfeite, fundido para impactar e não para seduzir, o Matanza segue pela estrada da ruína, até porque nenhuma outra existe de verdade. Nenhum de nós acha que está tudo bem e nem acredita que rezando vá ficar. Sem que enxerguemos a nós mesmos, nada mudará ao redor e ninguém será livre enquanto formos todos escravos de nossa própria natureza.</p>

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		<title>Chicha Libre (EUA)</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Mar 2011 00:18:58 +0000</pubDate>
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<div id="attachment_274" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-274" title="chicha" src="http://abrilprorock.info/wp-content/uploads/2011/03/chicha.jpg" alt="" width="640" height="429" /><p class="wp-caption-text">Chicha Libre, direto de Nova York para o APR</p></div>
<p style="text-align: left;"><strong>RELEASE |</strong> Chicha Libre faz uma mistura de ritmos latinos, surf music e pop psicodélico inspirado pela música peruana de Lima e da Amazônia. A banda do Brooklyn mescla covers de clássicos esquecidos com os originais franceses com toques, re-interpretação de clássicos do pop dos anos 70, bem como versões cumbia de obras de Satie e Wagner.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Chicha é o nome de um licor à base de milho criado pelos incas na época pré-colombiana. Chicha é também o nome de determinada marca de cumbia peruana que se tornou popular no final dos anos 60 por bandas como Los Destellos, Manzanita, e Los Mirlos y su Combo Juaneco.</p>
<p>Chicha foi vagamente inspirado em cumbias colombianas, mas incorporou as escalas pentatônicas de melodias andinas, alguns sons cubano, e os sons psicodélicos das guitarras surf, órgãos e sintetizadores moog. Uma combinação estranhamente pós-moderna do psicodelismo ocidental, os ritmos cubanos e colombianos, melodias nacionais e invenções idiossincrática que estavam próximos ao espírito tanto a rumba congolesa de Franco e do sincretismo pop dos Mutantes.</p>
<p>A música era tão doce, tão emocionante e tão facilmente o seu apelo universal, que ainda parece estranho que ele nunca conseguiu encontrar um público internacional. Chicha Libre foi iniciado como uma forma de prestar homenagem à música. O grupo inclui os músicos associados à Barbès Brooklyn e inclui tecladista Josué Camp, que é metade de rock iluminado grupo One Ring Zero e desempenha um acordeão antiquada / híbrido órgão fabricado pela Hohner chamado Electravox; Olivier Conan (que também joga com Las Rubias del Norte e é responsável por The Roots of Chicha compilações), em Cuatro e vocais; baixista Nicholas Cudahy cuja antiga banda, Combustible Edison, sabia uma coisa ou duas sobre o sincretismo pop; guitarrista Vincent Douglas (de bandas Bébé Eiffel Humphries &amp; A) e percussionistas Greg Burrows (Andy Statman) e Neil Ochoa (SISE &amp; Los Crema Paraiso).</p>
<p>Enquanto repertório Chicha Libre evoluiu um pouco a partir do cânone do Peru, o som ea abordagem são completamente endividados com as bandas peruanas originalmente emulado. Como eles, eles usam guitarra surf, sons de órgão e percussão latina para jogar uma mistura de sons emprestados e caseiros. Os empréstimos são um pouco diferentes &#8211; música clássica e os restos pop a partir de 3 continentes, no caso Chicha Libre &#8211; mas os ritmos latinos que formam a base da música são tão próximo e tão estranho para eles, como eram os índios Shipibo que primeiro tomou a guitarra elétrica.</p>
<p>Chicha Libre tem realizado em todo o mundo, incluindo a Turquia, Reino Unido, Alemanha, Bélgica, Dinamarca, Colômbia, os EUA eo Canadá. Eles têm apresentou na WOMEX, em Copenhague, e Globalfest, em Nova York. Eles jogaram em Los Angeles com o guitarrista José Carballo, de chacalon y la Nueva Crema fama, e em Berlim com Ranil, o lendário cumbiero de Iquitos. Eles fizeram um tour com a banda cambodian psych-Dengue Fever e dividiu o palco com meninas brasileiras ea Orchestre Poly-Rythmo de Cotonou.</p>
<p>Chicha Libre música foi destaque no programa de TV Weeds e um aniversário Simpsons 20 especiais em que eles foram convidados a tocar o tema dos Simpsons estilo &#8220;chicha&#8221; ao lado dos gostos do Red Hot Chili Pepper e ZZ Top.Seu primeiro CD, Sonido Amazonico, está disponível a partir de Barbès Records na América do Norte, Disco Crammed Records na Europa e na América do Sul aleatórios. Seu segundo álbum está previsto para a Primavera de 2012 e de 45 com La Danza del Los Simpsons e La Danza de Los Valquírias será lançado em maio</p>

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		<title>Mamelungos (PE)</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Mar 2011 00:02:54 +0000</pubDate>
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<p><img class="aligncenter size-full wp-image-271" title="mamelungos" src="http://abrilprorock.info/wp-content/uploads/2011/03/mamelungos.jpg" alt="" width="640" height="426" /></p>
<p>RELEASE | A Mamelungos nasceu da amizade entre músicos que tocam na noite recifense hávários anos. São seis jovens compositores que cantam, cada um no seu estilo, fazendoum show dinâmico, composto por vários ritmos. São Eles: Thiago Hoover, Luccas Maia,Weré Lima, Igor Bruno e Peu Lima.</p>
<p>O grupo se uniu há pouco mais de dois anos pela necessidade desses jovens demostrarem suas músicas para o mundo. Chico Science, Alceu Valença, Vinícius deMoraes, Novos Baianos, Lenine, Tim Maia, Lula Queiroga, Jorge Ben, The Beatles eGilberto Gil são algumas influências.</p>
<p>Além do gosto pela música e a passagem pelo curso superior de Produção Fonográfica,os Mamelungos são instrumentistas, vocalistas, compositores e arranjadores, umdiferencial que já virou identidade do grupo. Alguns são conhecidos pelo público localpor já terem tocado em bandas que fizeram sucesso na noite de Recife.</p>
<p>O Primeiro álbum da banda que tem o mesmo nome da banda, é uma fusão dasinfluências de cada um dos Mamelungos. Tendo em vista que as músicas sãocompostas, arranjadas e produzidas pelos próprios artistas, é difícil rotular a banda.A proximidade com o show ao vivo foi uma das preocupações na pré-produção doálbum; daí a escolha de gravar no estúdio Carranca (Recife-Pe) que proporcionou acaptação de todos os instrumentos ao mesmo tempo.</p>

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		<title>The Skatalites (JAM)</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Mar 2011 18:12:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os mestres criadores do Ska, que mistura o jazz norte-americano com o reggae da Jamaica, fazem o primeiro show no Nordeste]]></description>
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<div id="attachment_257" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-257" title="2620242223_6a33fef7c9_z" src="http://abrilprorock.info/wp-content/uploads/2011/03/2620242223_6a33fef7c9_z.jpg" alt="" width="640" height="394" /><p class="wp-caption-text">The Skatalites, direto da Jamaica</p></div>
<p style="text-align: left;">RELEASE | The Skatalites são considerados os criadores do ska e, também influenciaram o rocksteady e o reggae, seus descendentes musicais derivam dos estilos tradicionais da Jamaica. As suas primeiras gravações de ska datam de junho de 1964, pórém, trabalharam anteriormente como banda de estúdio por bastante tempo para a gravadora/editora Studio One, gravando principalmente rhythm and blues. Os membros originais da banda obtiveram a sua formação musical a partir dos músicos de jazz da Jamaica. Por isso, embora se tenham inspirado em sons oriundos dos Estados Unidos da América (principalmente boogie woogie) e sons africanos, a música dos Skatalites contém muitos elementos próprios do jazz.</p>
<p>Os membros originais dos Skatalites foram Don Drummond (trombonista), Tommy McCook (saxofone e flauta), Roland Alfonso (saxofone), Lester Sterling (saxofone), &#8220;Dizzy Johny&#8221; Moore (trompetista), Lloyd Brevet (baixo) Lloyd Knnibb (bateria), Jackie Mittoo (piano e órgão), Jah Jerry Haines (guitarra). The Skatalites gravaram junto com os Soundsystems no Studio One, de que eram uma banda estúdio. Chegaram a ser muito populares na Jamaica, visto que a maioria dos artistas como Bob Marley, Peter Tosh, Bunny Wailer ou os Toots &amp; The Maytals gravaram com eles. A banda original dissolveu-se em 1965, ano em que o líder do grupo Don Drummond matou a esposa e foi internado no centro psiquiátrico De Bellevue, centro no qual morreu passados dois anos.</p>

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		<title>Karina Buhr (PE)</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Mar 2011 18:09:43 +0000</pubDate>
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<div id="attachment_260" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-260" title="4709226922_92f3898e55_z" src="http://abrilprorock.info/wp-content/uploads/2011/03/4709226922_92f3898e55_z.jpg" alt="" width="640" height="425" /><p class="wp-caption-text">Karina e Fernando Catatau, do Cidadão Instigado</p></div>
<p><strong>RELEASE | </strong>De meia rendada, sapatinho de menina, presilha no cabelo, maquiagem colorida, Karina Buhr quase engana um incauto com uma carinha tímida. Logo seus olhos meio esverdeados se lançam sobre a platéia e saem da boca dessa figura doce que “uma fúria odiosa já está na agulha” ou uma canção de ninar pras crianças de Bagdá que diz ”dorme logo antes que você morra, está chovendo fogo e as ruas estão queimando”. Karina trabalha com o espontâneo e o inusitado de quem diz que quer passar a tarde estourando plástico bolha mas com um conteúdo muitas vezes desestabilizador. Suas imagens não são comuns e há qualidade na construção: “o céu embaixo das nuvens, a terra por baixo do asfalto, o centro da Terra que puxa a gente, a gente pula contra a vontade do chão”. Até pra falar de amor o discurso poético não é óbvio: “fria, não miro a ira, não miro mas te acerto no peito, quando mudo meu amor de endereço.</p>
<p>Karina nasceu na Bahia mas foi criada em Pernambuco onde viveu intensamente a música de raiz, as pastoras, o cavalo marinho, o maracatu. E traz de lá esse colorido em suas musicas e letras. Tem qualquer coisa de sonho a impressão que fica ao ouvir seu disco, ao ver seu show. Uma nuvem te envolve. E eu acredito que esse barato se dá pela originalidade de seu discurso que está nas letras, na postura de palco, na concepção musical contemporânea, livre da definição de gêneros e estilos. A diversidade é hoje uma realidade cultural e Karina Buhr é um talento em destaque nessa cena.</p>
<p>Há cerca de dez anos, Itamar Assumpção me disse o seguinte: a musica brasileira tem muitos melodistas populares, Luiz Gonzaga, Monsueto, Cartola, Lupicínio, Adoniran, as melodias são eternas, então se você diz que está na tal MPB tem que prestar atenção nisso, ser diferente é o mínimo!”.</p>
<p>Karina Buhr é diferente. “Eu Menti pra Você” é seu disco de estréia em carreira solo depois de anos no Comadre Fulozinha e já é uma das melhores coisas desse ano que começa agora. Os músicos são o que há de melhor nessa geração: Bruno Buarque (bateria, base mpc), Mau (baixo), Guizado (trompete), Dustan Gallas (teclados e piano), Otávio Ortega (teclados e bases eletrônicas), Marcelo Jeneci (acordeon e piano) e as guitarras mais incríveis do país Edgard Scandurra e Catatau, além da atriz alemã Juliane Elting e do percussionista cubano Pedro Bandera. Os caminhos sonoros, como já disse, vão muito além do conhecido. As referências estão diluídas na originalidade dessa reunião de talentos e faria feliz o exigente Itamar como faz a mim.</p>
<p>Há muito tempo eu esperava ouvir algo assim. Pra entender o que eu digo ouça o disco com liberdade e atenção pra aprender com Karina Buhr quando ela diz “pelo avesso vamos pro fundo (…)sinto muito que você não pensa nisso, surpresa sua. Mas pode ser também surpresa minha, surpresa sua”. E fique feliz!</p>
<p>&nbsp;</p>

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		<title>Voyeur (PE)</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Mar 2011 22:22:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os pernambucanos da Voyeur seguem a lógica do electrorock brasileiro que, nos últimos anos, fez palhinha no exterior]]></description>
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<p><img class="aligncenter size-full wp-image-253" title="5255971097_d3255f37ed_z" src="http://abrilprorock.info/wp-content/uploads/2011/03/5255971097_d3255f37ed_z.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p>RELEASE | A Voyeur desponta aos poucos na cena Indie recifense como uma banda que faz a mistura de riffs de guitarra e beats do movimento Electro mostrando que Pernanbuco tem um forte representante do gênero.</p>
<p>Formada por Ju Orange nos vocais (ampslina), Paulista nas guitarras e vocais (Candeias Rock City) e Pauliño Nunes (Júlia Says) nas programações, a banda tem composições criativas e livres, com um sabor eighties, por vezes invocando B-52’s, Gary Numan e, em outras, bandas mais recentes como o Elastica (já da cena Indie dos anos 2000).</p>
<p>Nós últimos anos, o electrorock brasileiro fez palhinha no exterior. O cansei de ser sexy mudou um pouco a impressão de que, do Brasil, gringo só quer samba. Os pernambucanos da Voyeur seguem a mesma lógica e mesclam rock com e programação eletrônica</p>
<p>O Ep Little/Sexy/Love faz parte da trilha sonora do primeiro seriado produzido pela MTV chamado “descolados”</p>

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		<title>MiM (SP)</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Mar 2011 22:07:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Novo projeto solo da argentina radicada brasileira Mariana Eva, que na década de 90 integrava a banda punk Pólux. ]]></description>
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<p><img class="aligncenter size-full wp-image-249" title="4680072734_2e1af28cab_z" src="http://abrilprorock.info/wp-content/uploads/2011/03/4680072734_2e1af28cab_z.jpg" alt="" width="640" height="640" /></p>
<p><strong>RELEASE | </strong>MIM é novo projeto solo de Mariana Eva. Nascida na Argentina, MIM viveu entre Buenos Aires, Rio, São Paulo e São Francisco (Califórnia). Nos anos 90, foi integrante do Pólux, banda punk que marcou a cena underground carioca da época, da qual também fez parte Bianca Jhordão, do Leela. Internauta convicta, MIM faz um dos podcasts mais antigos da web brasileira, o “mim arte rock” , no qual apresenta bandas novas brasileiras. Em 2005 lançou seu 1o. álbum solo, “eu mim meu” (Lua Discos), no qual punk rock, experimentalismo, MPB, música latina e eletrônica se misturam. Em julho lançou “Rockstar”, um gostinho do que está para vir em seu novo álbum.</p>

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		<title>Boss in Drama (SP)</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Mar 2011 21:57:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Boss in Drama]]></category>
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		<description><![CDATA[RELEASE &#124; &#8220;Péricles Martins é o jovem produtor por trás de um dos maiores nomes do electro pop brasileiro: Boss in Drama. Ele foi revelado na abertura do Motomix 2006, a frente do extinto projeto [...]]]></description>
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<div id="attachment_245" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-245" title="5373797076_c0a566a553_z" src="http://abrilprorock.info/wp-content/uploads/2011/03/5373797076_c0a566a553_z.jpg" alt="" width="640" height="427" /><p class="wp-caption-text">Boss in Drama (SP)</p></div>
<p>RELEASE | &#8220;Péricles Martins é o jovem produtor por trás de um dos maiores nomes do electro pop brasileiro: Boss in Drama. Ele foi revelado na abertura do Motomix 2006, a frente do extinto projeto de electro-rock Gomma Fou. De lá para cá, com pouco marketing e muita criatividade, sem contar, é claro, com seu som dançante e suas performances explosivas, Boss in Drama conseguiu destaque internacional. Fez uma tour de sucesso na Alemanha, foi destaque na edição “Next 100″ da revista americana URB, dividiu palco com Franz Ferdinand, Art Brut, LCD Soundsystem, Diplo, entre outros. Em julho lançou o compacto “Favorite Song”. Boss in Drama concorre – pelo segundo ano consecutivo – o VMB, na categoria “Melhor Artistica Eletrônico”.</p>

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		<title>Cerébro Elerônico (SP)</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Mar 2011 21:35:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das bandas mais espertas e divertidas da atual cena da música paulista, os cerebrais revisitam e atualizam referências tropicalistas]]></description>
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<div id="attachment_242" class="wp-caption aligncenter" style="width: 660px"><img class="size-full wp-image-242" title="10_gg" src="http://abrilprorock.info/wp-content/uploads/2011/03/10_gg.png" alt="" width="650" height="438" /><p class="wp-caption-text">Cerébro Eletrônico em foto de Edu Moraes</p></div>
<p><strong>RELEASE | </strong>O Cérebro Eletrônico lança seu terceiro disco, “Deus e o Diabo no Liquidificador”. Com produção de Alfredo Bello (DJ Tudo) e Fernando Maranho, o álbum traz onze músicas, dez delas com letras assinadas por Tatá Aeroplano, sendo três em parcerias com Fernando Maranho, Isidoro Cobra e Marcelo Coutelo. Peri Pane colabora com “220V”, única canção do disco que não é de autoria da banda.</p>
<p>“Deus e o Diabo no Liquidificador” conta com participações especiais de Helio Flanders (Vanguart), Tulipa Ruiz, Leo Cavalcanti, Carlos Zimbher, Gustavo Galo (Trupe Chá de Boldo), Dudu Tsuda (teclado), Guilherme Calzavara (trompete), Maurício Fleury (teclado), Isidoro Cobra (voz), Alfredo Bello (moog e voz), Ana Elisa Colomar (violoncelo), Cíntia Zanco (violino) e Marcelo Monteiro (sax e flauta).</p>
<p>A banda – formada por Tatá Aeroplano (voz e efeitos com brinquedos), Fernando Maranho (guitarra), Fernando TRZ (teclados e sintetizadores), Renato Cortez (baixo) e Gustavo Souza (bateria e percussão) – chega ao seu terceiro registro depois de uma trajetória bem-sucedida com “Pareço Moderno”. O elogiado segundo álbum rendeu ao Cérebro Eletrônico indicações a prêmios, participações em grandes festivais ao lado de atrações internacionais e lugares privilegiados nas principais listas dos melhores lançamentos musicais do ano (2008) da imprensa especializada.</p>
<p>Em “Deus e o Diabo no Liquidificador”, o quinteto investe na sonoridade pós-tropicalista ora com acento pop – como nas faixas “O Fabuloso Destino do Chapeleiro Louco”, “Realejo em Dó” e “Os Dados Estão Lançados” –, ora com elementos da música brasileira, como as carnavalescas “Desquite” e “Desestabelecerei”. A primeira traz as vozes de Tatá, Tulipa Ruiz, Leo Cavalcanti, Gustavo Galo (Trupe Chá de Boldo), Carlos Zimbher e Isidoro Cobra e os teclados Dudu Tsuda em clima de baile no salão. Já “Desestabe- lecerei” emenda a marchinha em um breakbeat. O disco ainda conta com a balada “Cama”, o rock sessentista “Garota Esteriótipo”, com vocais de Hélio Flanders; e “220V”, do compositor Peri Pane.</p>
<p>“Deus e o Diabo no Liquidificador” também revela outros talentos artísticos do vocalista e compositor da banda, Tatá Aeroplano. O frontman, que já exibiu suas obras na mostra individual “Tudo Sob Descontrole”, assina as ilustrações da capa. A arte é do designer, parceiro musical e guitarrista Fernando Maranho. Nos shows de lançamento, o Cérebro Eletrônico promete disponibilizar pôsteres e ilustrações originais em séries numeradas para o público que também se interessar pelas obras visuais de Tatá.</p>

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		<title>The Misfits (EUA)</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Mar 2011 22:03:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Misfits]]></category>

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		<description><![CDATA[Fundadores do Horror Punk e verdadeiros ícones da história do pop, o Misftis toca pela primeira vez no Nordeste]]></description>
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<p><img class="aligncenter size-full wp-image-217" title="2465323982_ae08e156d6" src="http://abrilprorock.info/wp-content/uploads/2011/03/2465323982_ae08e156d6.jpg" alt="" width="500" height="333" /></p>
<p>RELEASE | Os colegas de escola Glenn Anzalone e Gerald Caiafa resolveram formar uma banda. Glenn adotou o nome artístico de Glenn Danzig e Gerald passou a se chamar Jerry Only. Gravaram um modesto compacto com duas faixa: &#8220;Cough Cool&#8221; e &#8220;She&#8221;; no qual Glenn cantava e tocava um piano elétrico e Jerry, o baixo. A experiência deu tão certo que eles recrutaram mais dois amigos da vizinhança, Franché Coma e Mr. Jim para gravar o disco Static Age, no começo de 1978, porém este disco acabaria saindo quase 20 anos depois. O albúm não refletia as características de raiva e revolta da maioria dos discos de punk rock, mas tentavam chocar as pessoas com letras violentas e românticas ao mesmo tempo.</p>
<p>Tocavam maquiados músicas simples e rápidas que logo fizeram com que o The Misfits fosse classificado como uma das bandas precursoras do movimento punk e portanto uma grande influência de bandas que vieram a seguir. Segundo alguns, Glenn Danzig era grande fã de Elvis Presley e o visual que eles usavam seria a versão zumbi de Elvis com os topetes caídos, maquiagens brancas e esqueléticas, cujo nome criado por Jerry Only era devilock.</p>
<p>Em 1983 veio o último trabalho, Earth A.D./Wolfs Blood, fonte de inspiração para grande parte das bandas de thrash metal da época. Relatos de quem viu a banda ao vivo em seu auge, garantem que a experiência era incomparável. Os shows de halloween realizados pelo grupo nos anos 80, tornaram-se lenda do underground nova-iorquino. Mas o Misfits, mesmo com sua música gravada de forma quase rudimentar e cercado por letras e visual de difícil assimilação, acabaria extrapolando o gueto punk e tornando-se uma das mais cultuadas bandas do rock americano.</p>
<p>Embalados pelo relativo sucesso que as suas músicas estavam a experimentar ao serem gravadas por outras bandas, como os Metallica e Guns N&#8217; Roses, os The Misfits resolvem voltar a ativa, Jerry Only que tinha processado Glenn Danzig pelos direitos do nome Misfits desde por volta de 1987, e, a partir de 1 de janeiro de 1995 o nome Misfits passava a ser oficiamente de Jerry Only. Durante o tempo em que não tinha os direitos do nome Jerry e o irmão Doyle Wolfgang von Frankenstein (Paul Caiafa) montaram uma banda chamada Kryst the Conqueror, um projeto cristão que não fazia shows, era apenas um banda de estúdio e que visava sobretudo desenvolver as guitarras criadas por ambos.</p>
<p>Em 2001 os Misfits começaram uma turnê de comemoração dos 25 anos da banda que contava com uma nova formação, Jerry Only (baixo e vocais), Dez Cadena ex-Black Flag (guitarra) e Robo (bateria) também ex-Black Flag, e ex-Misfits, o irmão de Jerry, Doyle, deixou a banda por problemas pessoais e, até hoje não retornou, tudo leva a crer que devido a desentendimentos com o irmão, já que ele fazia participações especiais nos shows do Danzig, para tocar antigos clássicos do Misfits. Hoje ele toca no Gorgeous Frankenstein ao lado de Dr. Chud, e Argyle Goolsby (Blitzkid).</p>

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